A corda está bamba Posso cair no caminho do céu pra varanda Cortinas de renda, giz pastel, esculturas de cera Jamais nessa vida eu estive tão calmo e sereno De pés aterrados e as mãos para o alto Quando você me beija e eu sinto seu cheiro Mármores, fractais, azulejos pulam da memória Me vem a mente Nos imagino sentados no chão, na mesa de jantar Pousados na Ásia, Japão Relaxados no futón Arrisco essa vida, emoção Plug, partilha Coração partido No mar esquecido o que me resta é refletir e saber que sou assim Que estou no caminho Deus está comigo Mesmo me sentindo sozinho Essa vai brilhar, sempre foi assim Mas nunca me iludi com o brilho, sei quem sou e porque vivo Estralei o Syne, os peixes assistiram na platéia com pneus, destinos imergidos Náufragos Hora do espetáculo O mar todo está no teatro, podem me assistir, eu vou dale! Nas cordilheiras dilaceradas do meu infinito âmago Nasceram novas propostas e caminhos ramificados como árvores Que cresceram dentro de um quintal cheio de vida Ideias, frutos e amores gigantes Mal cabe no peito a grandeza dos meu sonhos Mal cabe nessa casa a grandeza desse dia Cresço nos momentos decisivos Guardo no bolso a memoria do teu perfume Que me guia pra lugares tão lindos Vertigem na janela nunca me assusta Mal cabe no peito a grandeza dos meu sonhos (límpido, íntegro) Mal cabe nessa casa a grandeza desse dia (límpido, íntegro) Visto o que eu falo (límpido, íntegro) ♪ Então eu não me levo muito a sério Porque ninguém leva É... e Me levar muito a sério me fazia sofrer mais Então agora eu não me levo tão a sério E eu sofro bem menos Ahn... Não guardo rancor Até guardo alguns, assim Mas não muito, assim fico carregando muito isso (Límpido, íntegro) Tô cheio de energia, cheio de disposição E cada vez que a gente cria, né? Liga uma coisa de querer criar mais Então eu já tô fazendo já outras coisas Então vem mais coisas por aí